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Quando comprei a WebCam foi para matar a saudade dos amigos que moram longe, porém, nesta solidão que muitas vezes habita meu lar, resolvi usar a câmera só para mim.

Estava muito quente, eu de calcinha pela casa (sempre fico assim!), passei pelo espelho e comecei a me olhar. Eu adoro esse desejo narcisista, adoro me admirar e ver que sou feliz comigo.

Entre toques suaves em meus seios, minhas mãos começaram a descer na direção da minha buceta. Ela já estava molhada, toquei-a. E toda vez que faço isso sinto como se fosse um descobrimento, uma sensação única do prazer de mim.

Tirei a calcinha, olhei-a com olhos clínicos e decidi raspá-la toda.

E lá estava o computador ligado com a WebCam insinuando meus pensamentos.

Peguei a gilete, meu sabonete preferido e liguei a câmera.

Comecei a me tocar, a olhar minha buceta pela WebCam, como se fosse um espelho. Gostei do que vi. Peguei o sabonete, um pouco de água e lambuzei minha buceta que estava cada vez mais molhada. Comecei a raspar lá de traz, perto do meu cuzinho e vindo delicadamente para frente.

Eu tenho uma sorte de ter poucos pelos, então, nunca precisei do sofrimento de uma depilação a cera. Sou quase lisa, mas eu quis eliminar até aqueles fiozinhos ingratos.

Que delícia: a gilete, minhas mãos e câmera ligada, gravando tudo!

Soltei a gilete e com as duas mãos num movimento vai e vem toquei meu clitóris. Enfiei dois dedos dentro de mim, eu estava muito quente, comecei a gemer e voltei a tocar meu clitóris. E meus olhos na câmera, vendo tudo. Eu gemi. Passou alguns minutos, eu não queria parar. E ouvir a minha voz naquele silencio da casa me deu muito prazer.

A câmera gravou tudo.

Gozei.

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