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Era um espaço grande, aonde os raios do sol não chegavam. Eu não ouvia o que acontecia lá fora, estava tão interessante ali dentro…

Ele me beijou e tirou minha roupa delicadamente. Me pediu para vestir apenas os sapatos pretos, de salto. Obedeci sorrindo. Ele me olhava tão sério.

E num piscar de olhos ele estava com uma coleira preta nas mãos e sem dizer nada eu já sabia o que deveria fazer. Segurei meus cabelos para ele amarrar a coleira. Logo depois ele me colocou um sinto preto apertando minha cintura, eu estava com tanto tesão.

Ele era moreno, lábios finos e voz rouca, adoro voz rouca! Vestia uma calça bege com uma camisa preta e sapatos pretos, homem sério. Ele se aproximou de mim, segurou com uma das mãos meu queixo com certa força, achei que ficaria sem ar, e quando pensei em dizer ele soltou suas mãos dizendo que eu estava linda. Eu sorri, me ajoelhei e toquei seu pau, ele consentiu. Segurou meu cabelo com força e o puxou como desejava, doía, mas seu pau estava tão gostoso também.

E como um flash eu me vi de quatro sobre uma cadeira branca no meio daquele salão grande, meus gemidos ecoavam a cada palmada recebida. O tempo passava, eu ficava mais dolorida e, consequentemente, mais satisfeita.

Quando o cansaço pareceu chegar, ele colocou seu pau pra fora, me fez chupar, eu estava com as mãos amarradas e já nem sabia como chegamos ali. Chupei gostoso.

Ele me pediu para virar de costas, com o rosto na parede, obedeci. E então ele meteu aquele pau gostoso na minha bucetinha, nunca uma primeira ‘entrada’ foi tão boa. Sussurrei como uma cadelinha, ele me deixou gemer e me fodeu com força, com tanto desejo…

Eu só conseguia sentir prazer, mesmo com o bumbum ardendo, mesmo com a coleira me incomodando, estava tudo tão bom!

E assim o relógio me despertou, me avisou que não foi dessa vez que meu desejo se tornou realidade…

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