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Tudo começou com meu desejo de tomar champagne. Ele, quase um desconhecido, ofereceu-me ajuda. Vou buscar para você. Voz bonita. Tremi. conversamos um pouco enquanto o champagne era por mim saboreado, ele preferiu coca-cola. Tudo bem, eu o perdoo. Mais tarde ele quis chocolates, fui buscar. Logo mais nossas mãos se tocaram, pela primeira vez.

Um bom tempo passou, houve telefonemas, encontros inesperados, outros esperados. Até o dia que aconteceu. A boca dele tocou a minha, sua carne pediu a minha, nos grudamos. Ainda vestidos nos sentimos, nos desejamos até encontrar o ritmo certo. Foi rápido. E já sintonizados despimos-nos um ao outro, na sala, depois o quarto. Sua lingua percorreu meu rosto, desceu para o meu pescoço, sua mão tocava-me toda. Eu permanecia quieta. Uma leve timidez. ele sorria. A lingua no meu umbigo, as mãos em minha cintura e ele desceu mais, um pouco mais à medida que minhas pernas abriam para receber sua boca. Um beijo leve, com as mãos firmes. Chupadas e gemidos, lambidas e desejos. Eu tremi, suspirei. Gozei.

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