Sexo com o melhor amigo

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Ah, eu adoro meus amigos! Tenho dois que além de amigos são bons amantes, posso reclamar da vida? Não!

Nesse Natal um deles esteve comigo todo o tempo e foi muito bom ter um amigo para falar bobagens, assuntos sérios e também poder transar sem medo, conceitos e vergonhas.

Ontem foi a última vez que vi o Pê*, passamos um mês juntos antes da viagem dele para Inglaterra. Saímos juntos quase todos os dias! E o mais legal, sem cair na rotina e nas obrigações estúpidas de casais (aquela história inútil de um ter que agradar ao outro sobre os lugares que desejam sair e tal). Somos livres e apenas conseguimos ficar juntos, porque queríamos isso verdadeiramente. Uma vez nos encontramos sem querer, num bar…hummm e foi a vez mais divertida:

Tenho muitos amigos, todos são animados e sem frescuras. Estávamos num bar simples, jogando conversa fora e ouvindo rock’n’ roll foi então que Pê chegou com uns amigos dele. Sorrimos, afinal, não tínhamos combinado nada e por fim acabamos juntos mais uma vez. Sem delongas ele veio me cumprimentar com um selinho e um abraço. E eu já pude sentir o perfume dele…Ah!!! Adoro homem cheiroso!

E continuamos como estávamos, ele conversando com os amigos dele, eu com minhas amigas, tranquilamente, sem preocupação do tipo ‘será que ele não vai me dar bola?, será que estou bonita?’, afinal, ele é o Pê, meu amigão de tanto tempo! Não sobra mais espaço para essas inseguranças!

Enfim, o bar estava ótimo, tomei minhas sagradas doses de wisky e por lá fiquei. Vez ou outra o Pê passava por mim e fazia alguma brincadeirinha boba, eu ria! (eu já disse por aqui que AMO HOMENS QUE ME FAZEM RIR!)

No final da noite, quando eu estava na fila para pagar a conta, ele passou por mim e falou: “Você vai embora comigo.” Estremeci. Eu adoro também homens decididos! Ele não fez uma pergunta, ele apenas afirmou, “você vai embora comigo!” ui!

No carro dele ouvimos Smashing Pumpkins, cantando bem alto, conversando, rindo… Ele não precisou dizer para onde iríamos e eu nem me importei por isso.

Eu gosto do apartamento dele, tudo é simples, sem muitos enfeites, mas limpo e organizado (da maneira dele). Gosto de chegar lá e ver a guitarra vermelha em cima da cama, gosto de ver os DVD’d bagunçados e o note-book jogado em qualquer canto – são bagunças que trazem pra mim a sensação de vida sei lá por quê. E enquanto ele pegava cervejas eu fui para a varanda. Não demorou muito pra ele chegar, me abraçou e tocou a lata de cerveja gelada em meu braço. E eu odeio quando ele faz isso! E ele sabe! E então a gente ri! Bobagens, não é? Mas a vida é boa assim mesmo!

E então ele me perguntou: “porque você não me ligou hoje? Não queria sair comigo?” eu respondi: “lhe devolvo a mesma pergunta.”. Ele “bobagem, né? Tá tudo bem com a gente, eu sei.”. Eu: “Pê, sempre está tudo bem com a gente e eu já tô morrendo de saudades de você.” Nos abraçamos muito, por um longo tempo. Ele me beijou. Eu o beijei. E de repente precisávamos parar para contar alguma coisa, para dizer com palavras que sentiríamos a falta um do outro. E como a nossa química é muito boa, foi tudo muito simples: “você é a melhor companhia, obrigada por passar esses dias comigo”. “Obrigada você.”

E ele veio beijar meu pescoço como só ele sabe beijar, sua pele áspera tocava minha pele e eu tremia, estava tão bom! “Precisamos fazer algo que ainda não fizemos para marcar essa noite”, ele falou. Eu respondi: “mas o que ainda não fizemos?” E no mesmo segundo derrubei um pouco de cerveja em seu braço (sem querer mesmo!). Ótima idéia, Lia!

Qual idéia? Vem pra cá.

Ele me levou para o quarto e pediu: “espere cinco minutos”. E ele voltou com um isopor cheio de cerveja bem, mas bem gelada. Comecei a rir, ele também. E nem foi uma idéia super original, mas foi uma boa idéia.

Comecei a tirar minha roupa enquanto ele escolhia uma música (já não lembro qual era). Comecei pela blusa, depois tirei a mini-saia e ele, com os olhos brilhando e abrindo uma lata de cerveja veio até mim. Nossos lábios tocaram-se novamente e imediatamente a isso senti a cerveja gelada tocando minha cabeça, escorrendo pelo meu rosto, penetrando em nosso beijo. Tudo tão frio, tudo tão quente! E com uma abilidade ótima, enquanto uma cerveja acabava, ele com uma mão pegava outra, me abraçava ao mesmo tempo que abria a lata e mais uma vez molhava a nós, num beijo, num calor, num fogo que a cerveja gelada era quase água a nos refrescar.

Tirei sua camiseta, desabotoei sua calça e pude sentir seu pau duro. E ele tocava meus seios, lambia meus mamilos enquanto ia derramando mais cervejas em mim. Esqueci do mundo, esqueci que deveria ser cinco horas da manhã, esqueci de tudo e tive a melhor despedida da minha vida! E melhor, com uma pessoa que eu sei que vai voltar.

Ele tocou minha buceta com aquela precisão perfeita de um lugar já tão conhecido, beijou minha boca com tanto prazer que mais um pouco eu gozaria ali mesmo, mas ainda não era a hora. Com um leve toque das minhas mãos em seu peito, o fiz deitar na cama e mais uma vez pude ver seus olhos escuros brilhando. Cai de boca em seu pau, lambi, chupei e também joguei uma lata de cerveja por lá. Ele gostou muito, eu mais ainda. Pica com cerveja, que combinação perfeita!

Eu pedi, fui até o ouvido dele e sussurei: “me fode logo”. E ele me colocou de quatro, senti mais cerveja sendo derramada em minha bunda, adorei, ele beijou minha buceta, lambeu meu cú melado de cerveja. Ai que delícia! E me fudeu, fudeu e fudeu! Fudeu muito: rápido, devagar, forte, suave. Estava tudo perfeito, tudo na mais perfeita harmonia. E delicadamente ele segurou meu rosto, me virou e olhou nos meus olhos. Meteu sua pica na minha buceta, em pé, enquanto me segurava pela nuca, amei! Quando seu pau entrou na minha boceta, tremi toda, gozei, ele também. E ficamos ali, daquele jeito por um bom tempo. O tempo suficiente para que meus olhos e os olhos dele se despedissem para que fosse possível ficar longe por 1 ano do meu grande amigo, meu amor, meu amante.

Meu vizinho

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bumbuns-arrebitados-dao-volumeNaquela manhã eu saí de casa com pressa. Vesti a primeira blusa, a primeira calça que vi. Não foi uma boa escolha. Afinal,  o meu trabalho exige roupas sóbrias, sem marcar demais meu corpo. Mas como era sexta-feira eu poderia me dar esse desconto.

Vesti um jeans normal e uma blusa mais justinha ao corpo. Sim, uma roupa comum, mas para uma mulher de cintura fina e bumbum grande isso a deixa bem sensual.

Algumas coisas só podem ter explicação se usarmos os artifícios de chamá-las de ‘destino’. Foi isso: aquele jeans e blusa foi coisa do destino.

No final da tarde, depois de um dia cansativo de trabalho, eu estava no elevador e ele entrou. Minhas amigas diriam ‘o cara é pegável’. E era mesmo. Um moreno, dos braços fortes e ao mesmo tempo discreto. Subimos juntos no elevador sem dizermos uma palavra, mas eu sabia que ele queria reparar melhor em mim, eu, por estar numa posição privilegiada, pude reparar melhor nele dentro do elevador.

Gostei quando ele apertou o mesmo andar que o meu. Engraçado, já faz 4 meses que moro aqui e nunca o vi, pensei.

Quando o elevador parou, ele me deixou ir a frente. Um cavalheiro, pensei, mas também pensei: ele quer olhar minha bunda!(e dei graças por eu estar com o jeans e a blusa justinha…)

Caminhamos pelo corredor até chegarmos as nossas devidas portas de casa. (Ele atrás eu na frente) E ele era meu vizinho mesmo, morava no apartamento ao lado.

– Você é, então, minha nova vizinha!

Ele estendeu sua mão eu sorri e estendi minha mão para ele. Um aperto de mão forte, adoro!

– Muito prazer, meu nome é Alexandre.

Ele disse isso olhando fixamente em meus olhos. Estremeci.

– Muito prazer, Lia.

E cada um abriu sua porta e entrou.

(Estou aqui pensando seriamente em ir lá pedir uma xícara de açucar. Açucar não, vou pedir mel, é mais sugestivo. )

Lingua

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Tudo começou com meu desejo de tomar champagne. Ele, quase um desconhecido, ofereceu-me ajuda. Vou buscar para você. Voz bonita. Tremi. conversamos um pouco enquanto o champagne era por mim saboreado, ele preferiu coca-cola. Tudo bem, eu o perdoo. Mais tarde ele quis chocolates, fui buscar. Logo mais nossas mãos se tocaram, pela primeira vez.

Um bom tempo passou, houve telefonemas, encontros inesperados, outros esperados. Até o dia que aconteceu. A boca dele tocou a minha, sua carne pediu a minha, nos grudamos. Ainda vestidos nos sentimos, nos desejamos até encontrar o ritmo certo. Foi rápido. E já sintonizados despimos-nos um ao outro, na sala, depois o quarto. Sua lingua percorreu meu rosto, desceu para o meu pescoço, sua mão tocava-me toda. Eu permanecia quieta. Uma leve timidez. ele sorria. A lingua no meu umbigo, as mãos em minha cintura e ele desceu mais, um pouco mais à medida que minhas pernas abriam para receber sua boca. Um beijo leve, com as mãos firmes. Chupadas e gemidos, lambidas e desejos. Eu tremi, suspirei. Gozei.

Uma amiga e eu

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Eu sempre conversei abertamente sobre sexo com minhas amigas, sempre trocamos histórias e detalhes dos nossos momentos intimos, é divertidíssimo! Analisamos os homens, descrevemos seus órgãos com ricos detalhes e por aí vai… enfim… Entre todas as amigas apenas uma é bem resolvida no quisito não ter preconceitos sexuais.

Explico: eu não me incomodo com  opção sexual das pessoas, não acho nojento, estranho, nada disso. Já declarei aqui que acho legal ver dois homens juntos, duas mulheres, suruba, menage a troi, enfim… tudo! Meus olhinhos brilham só de pensar! (eu acho que o mundo precisa mais de amor e menos violência, isto sim me causa nojo! O que mais odeio é ver gente brigando, discutindo, socos, tapas…. me dá vontade de vomitar mesmo!) Em compensação quando vejo mulheres se beijando, ou homens, ou o conhecido ‘fazer bolinho’ acho legal, divertido e um sinal que este mundo tem jeito.

O MUNDO PRECISA DE AMOR! DE TODAS AS FORMAS!

Enfim, apesar de eu achar lindo nunca realizei nada disso. Sou uma garota que até agora só transou com meninos. (beijo em meninas já rolou…) E essa minha amiga também.

Vez ou outra comentamos das nossas curiosidades, fazemos combinações sexuais com os nossos variados parceros. Ela já declarou que transaria comigo e mais um homem. Eu fico um pouco com o pé atrás e brinco com ela “ah, eu não dou conta”…Rs Tudo com muita descontração e risos.

Porém, agora, depois que conheci ele, essa vontade vem aumentando. Ele, várias vezes, falou: “chama uma amiga sua”. E eu retribuo: “chama um amigo seu também”. Mas daí o pouco machismo que resta nele vem a tona e ele fica chateado… Direitos iguais, meu caro! Rs

Hoje, quando encontrei com esta amiga rolou esse assunto. Ela disse “eu já disse pro meu namorado que gostaria de transar nós três”. Eu perguntei “O que ele achou”. Ela “Ele ficou constrangido” Rimos muito. E acabei contando desse meu atual caso também ter sugerido a idéia…. e quando contei da performance sexual dele, então! Ela quase caiu da cadeira!Ficou interessada e eu, confesso, tenho uma curiosidade pelo namorado dela também! Rs

Por fim, achamos que seria mais legal se houvesse uma aproximação maior entre nós quatro e vamos colocar isto em prática. Pra não ficar uma coisa fria e sem continuidade. Será que irei dar um salto nas minhas variações sexuais? Fiquei feliz com isto. É uma sensação boa de liberdade! SER LIVRE E MANTER O RESPEITO SEMPRE!

É isto, desculpem se acharam que iria acontecer algo picante no final dessa história. Mas esperem, isto é apenas um começo.

Quando a mulher quer dar?

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Ele tem um jeito engraçado de pedir e perguntar as coisas. Parece um menino, apesar de saber fazer um sexo tão bem feito.

Ele: Quando uma mulher usa calsinha pequena é porque ela quer dar?

Eu: Não necessariamente, eu uso também para não marcar a roupa.

Ele: Então não tem nada a ver com querer dar?

Eu: Não. Eu, por exemplo, quero dar pra você agora, mas não estou com calcinha pequena.

Os olhinhos dele brilharam e ele então, tirou meu vestido.

Ele: Coloca uma calcinha pequena para mim?

Eu: Claro.

E voltei pra sala com uma micro calcinha fio dental de renda branca e azul.

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